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Vacina pentavalente não chega há 2 meses nos postos de Campinas

As doses de vacina pentavalente – tétano, difteria, coqueluche, hepatite B e Haemophilus Influenzae tipo B – estão em falta na rede pública de saúde de Campinas desde maio. De acordo com a Secretaria de Saúde do município, a orientação que é dada para quem precisa da vacina é que há a necessidade de aguardar a chegada de nova remessa.

A carga de vacinas é enviada pelo Ministério da Saúde para os estados. Depois, cada estado repassa para seus municípios. Segundo a Secretaria de Saúde de Campinas, não há como contabilizar a demanda para a vacina, mas o pedido feito para o município, já que os estoques estão zerados, é de 15 mil doses.

O impasse para resolver a situação municipal esbarra no percurso entre governo federal e municípios. A Secretaria de Saúde do Estado, por sua vez, também aguarda a chegada de mais doses. Informou que ficou sem receber nenhuma dose desde abril mesmo tendo a necessidade de 200 mil doses para cada mês, ou seja, a defasagem já chega a 600 mil.

Disse também, em nota, que na última segunda-feira, 62 mil doses chegaram do Ministério da Saúde, porém, a quantia é aquém do consumo mensal e insuficiente para suprir a demanda/

Por isso, o Centro de Vigilância Epidemiológica está equacionando a distribuição para os municípios.

O número informado pelo Estado é diferente do que aponta o Ministério da Saúde. Questionado pelo Metro Jornal, informou que enviou nessa semana 224,6 mil doses para o estado de São Paulo e que foram liberadas após a aprovação do (INCQS) Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde.

Porém, o Ministério da Saúde não comentou sobre o período em que o estado e o município alegaram estar sem receber as doses, apenas se ateve a dizer que entre janeiro e abril distribuiu 1,8 milhão de doses da vacina no país. A vacina pentavalente é direcionada principalmente para crianças aos dois, quatro e seis meses de idade.   

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