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Tite diz que deseja mais quatro anos na Seleção: “Vai depender do resultado” | seleção brasileira

Contratado no ano passado para classificar a seleção brasileira para a Copa do Mundo e tentar conquistar o hexacampeonato na Rússia, no ano que vem, Tite deseja permanecer mais tempo à frente da equipe. Em entrevista ao jornal “Folha de S. Paulo”, o comandante brasileiro apontou que gostaria de iniciar e terminar todo o ciclo tradicional de quatro anos, entre um Mundial e outro.

Tite voltou a admitir que o Brasil é um dos favoritos à conquista da Copa do Mundo, colocando Alemanha, Espanha, França e Bélgica como “os melhores” times do torneio. Apontando que não pode controlar o resultado, mas apenas o desempenho, o treinador disse que é possível ser efeitvo jogando bonito.

O técnico afirmou não ter conversado com os jogadores sobre o trauma do 7 a 1, dizendo que a ansiedade dos atletas em sua chegada era sobre a classificação para a Copa. E garantiu nunca ter visto o assunto vir à tona entre os atletas neste período. Sem definir se contará com um psicólogo na comissão técnica na Rússia, Tite confirmou ter procurado os ex-comandantes da Seleção para conselhos, exceto Dunga, para respeitar “a ferida muito aberta”. E relatou não conseguir falar com Felipão.

– Tentei conversar com todos. Com ele não foi possível. Tentei contato por e-mail duas vezes e não obtive resposta, aí vi que não ia ter diálogo e desisti – disse Tite, que se desentendeu com o colega quando comandava o Corinthians, e Scolari, o Palmeiras, entre 2010 e 2011.

O comandante do Brasil relatou ser “muito fácil” trabalhar com Neymar, pois o astro tem um coração grande. O camisa 10 do Brasil foi confirmado por Tite como o primeiro batedor de pênaltis do time e apontado como vencedor do prêmio de melhor jogador do mundo em “três anos no máximo”, tendo Hazard, Griezmann e Pogba como rivais.

Abordando assuntos como corrupção e se mostrando a favor da operação Lava Jato, Tite disse que os jogadores estão orientados a relatarem marcações equivocadas a favor do Brasil durante a Copa do Mundo – em gesto parecido com o de Rodrigo Caio em clássico entre Corinthians e São Paulo, neste ano. Entretanto, negou ser “puritano” e nem mesmo agradar a todos.

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