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Sobe para 13 número de mortes confirmadas por H1N1 em Goiás | Goiás

O novo boletim epidemiológico divulgado pela Secretaria de Estado de Saúde de Goiás (SES-GO) nesta segunda-feira (16) informa que o número de mortes por H1N1 chegou a 13 este ano. A vacinação de pessoas dos grupos de risco foi antecipada nos municípios.

O boletim indica que as mortes ocorreram até o último dia 9 de abril nas seguintes cidades goianas:

Ainda conforme os números da SES-GO, as vítimas fatais de H1N1 representam 18% das mortes por Síndrome Respiratória Aguda Grave (Srag) no estado. Entre esses casos, cinco vítimas são homens e oito são mulheres. Dos pacientes, três eram idosos, outros três tinham entre 50 e 59 anos, cinco tinham entre 40 e 49 e outros dois eram adultos de 30 a 39 anos.

O documento também aponta que foram registrados 92 casos da doença no estado. A SES-GO informou contabilizar apenas casos graves, já que a notificação da doença deixou de ser compulsória em 2012.

A imunização protege contra dois subtipos da Influenza A – H1N1 e H3N2 – e um subtipo da Influenza B.

O medo do avanço da doença levou várias pessoas a laboratórios particulares. Os estoques acabaram, e as clínicas precisaram pedir reposição e passaram a atender com distribuição de senha. O custo é de cerca de R$ 150. O Procon fiscaliza o serviço.

O início da vacinação foi marcado por filas nas unidades de saúde. Em alguns locais, como no CMV da capital havia fila desde às 2h. No local, segundo dados da Secretaria Municipal de Saúde de Goiânia (SMS), 3 mil pessoas foram imunizadas no primeiro dia de campanha.

Em Goiânia, no total, foram aplicadas 47.893 doses da vacina contra H1N1 na sexta-feira (13). As aplicações representam quase 25% das cerca de 200 mil doses enviadas à capital para a primeira etapa de vacinação.

As duas primeiras morte por H1N1 registradas no estado neste ano ocorreram na Vila São José Bento Cottolengo, hospital filantrópico que atende pessoas com múltiplas deficiências, físicas e mentais. Um surto da doença atingiu a unidade, e outros pacientes precisaram ficar em isolamento.

O governo estadual decretou estado de alerta e criou um comitê para controlar a situação e, adotando recomendações do Ministério Público, reservou 30 leitos em hospitais para atender casos graves. O secretário estadual de Saúde, Leonardo Vilela, classificou a situação como “anômala”.

Os principais sintomas da gripe H1N1 são os mesmos de um estado gripal comum, como febre que dura entre 3 e 5 dias, tosse seca, secreção e dores no corpo. Quem tiver esses sintomas deve procurar atendimento médico, afirma a Secretaria Municipal de Saúde.

Indivíduos doentes devem manter repouso, alimentação balanceada e ingestão de líquidos adequada e evitar contato com outras pessoas em ambientes fechados e aglomerados.

A forma mais eficaz de evitar a transmissão do vírus é a higienização das mãos, principalmente com álcool gel. Também é recomendável cobrir a boca e o nariz ao espirrar.

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