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Sindapen diz que ‘delivery’ é prática comum no sistema prisional de AL | Alagoas

Porém, no caso específico registrado no vídeo, onde a encomenda segue para os presos, houve irresponsabilidade dos militares porque a conduta coloca a segurança do sistema em risco.

“O Sindapen ressalta que é habitual a entrada de entregadores de lanche e almoço no sistema prisional, já que não há alimentação preparada dentro dos parâmetros de higiene e qualidade para os servidores, sejam efetivos ou prestadores. Portanto, a responsabilidade pelos fatos ocorridos na matéria é compartilhada somente pelos militares envolvidos e pela Seris, que permitiu que policiais assumissem um presídio sem treinamento adequado”, relata.

Em outro trecho da nota, o Sindapen ainda cobra a contratação de agentes penitenciários para frentes de trabalho que hoje estão sob a responsabilidade de prestadores de serviço, a exemplo da segurança na portaria. E nega que a prática tenha ocorrido com a participação de qualquer agente penitenciário.

“Quem detectou a irregularidade da entrega de lanches para o preso foi a equipe da Seris ao analisar os vídeos de segurança. Assim, ao fazer a constatação, como nós da Seris não podíamos punir os envolvidos por se tratarem de policiais militares, encaminhamos um documento com as imagens para o comando da PM”, falou o tenente-coronel Marcos Sérgio.

O secretário da Seris disse ainda que tanto o preso que recebeu o lanche como o policial que o auxiliou dentro do presídio foram identificados. O policial, que não teve o nome divulgado, trata-se de um sargento da PM.

No entanto, o que também chamou a atenção da equipe da Seris foi o fato do entregador de lanche que fez a entrega no presídio ser também um militar. O soldado que conduzia a moto com outro homem na garupa também não teve o nome revelado.

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