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Professores de SP protestam contra a reforma da Previdência municipal | São Paulo

Professores municipais de São Paulo protestaram na tarde desta quinta-feira (8) contra a reforma da Previdência municipal. O ato começou em frente à sede da Prefeitura da capital, no Viaduto do Chá, e seguiu por ruas do Centro.

De acordo com o Sindicato dos Profissionais em Educação no Ensino Municipal (SINPEEM), cerca de 220 mil servidores serão afetados caso a reforma seja aprovada. A principal reivindicação é contra o aumento da contribuição previdenciária, que hoje é de 11% e que, segundo o Sindicato, passará a ser de até 19%. Em uma reunião de representantes o SINPEEM disse que irá “manter e intensificar a luta contra o confisco dos salários dos servidores municipais”.

A Prefeitura de São Paulo informa que gasta R$ 1 bilhão por mês com os salários de 120 mil funcionários. Outros R$ 650 milhões vão para as aposentadorias de 97 mil servidores que já saíram da ativa.

Segundo a Prefeitura, esse valor só aumenta – principal argumento para o projeto de reforma da Previdência municipal. A Secretaria Municipal da Fazenda calcula que, em 2017, 11% do dinheiro da cidade, ou R$ 4,7 bilhões, foram usados para cobrir o rombo. Como comparação, o total de investimentos foi de R$ 1,1 bilhão.

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