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Preso por não pagar pensão, Edílson é notificado por dívidas trabalhistas | ba

Preso na tarde da última terça-feira por dívidas com pensão alimentícia, Edílson “Capetinha” foi notificado pelo Tribunal Regional do Trabalho (TRT) por conta de processos envolvendo dívidas trabalhistas de R$ 8 milhões a R$ 10 milhões, segundo o órgão. O ex-jogador segue preso nesta quarta.

O diretor da Coordenadoria de Execução do órgão, Rogério Fagundes, e um oficial de Justiça foram foi até a Polinter, que fica no complexo do bairro dos Barris, onde o ex-jogador está preso, para entregar a notificação de comparecimento a uma audiência marcada para o dia 14 de setembro.

O TRT quer que Edilson entre em acordo e pague ex-funcionários do grupo ED10, formado por várias empresas dele. Conforme o órgão, o ex-jogador responde de 20 a 30 processos.

“Estávamos há muito tempo tentando notificar ele para que ele pudesse comparecer a uma audiência da Justiça do Trabalho, onde pudesse discutir assuntos de responsabilidade trabalhitas de empresas que ele fazia parte. Tivemos muita dificuldade”, destacou Fagundes.

Na noite de terça-feira (15), o advogado de Edilson, Eduardo Lima, esteve na sede da Polinter, mas não falou com a imprensa. O advogado apareceu no local acompanhado de um outro homem, que levou várias sacolas com comidas e bebidas e até lençóis para a delegacia.

Edílson foi preso quando estava em um shopping de Salvador. Ele pode ficar até 30 dias preso. Ainda não há informações sobre o valor que o ex-jogador deve de pensão.

O “Capetinha” deve ser encaminhado para o Complexo Prisional da Mata Escura, na capital baiana, nesta quarta-feira. Esta é a terceira vez que o ex-jogador é preso por conta de pensão alimentícia atrasada. A primeira vez foi em março de 2014, quando ele foi detido na Avenida Garibaldi, em Salvador. A segunda vez foi em julho de 2016, quando Edilson foi preso em Brasília, por deixar de pagar R$ 430 mil em pensão alimentícia.

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