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PR analisa pedido de demissão de PM guineense

O Presidente da Guiné-Bissau tem entre mãos a segunda carta de demissão do primeiro-ministro Umaro Sissoco Embaló, entregue na sexta-feira, 12.

A primeira foi enviada a 6 de Dezembro, sem que José Mário Vaz se tenha pronunciado sobre ela.

Agora, acredita-se que o Presidente deve aceitar o pedido de demissão, tornado público pelo próprio Sissoco Embaló, e encetar contactos para a nomeação de um novo Chefe de Governo, 15 meses após a posse do actual demissionário.

“Meus compatriotas, irmãos e irmãs da África, da Europa, da América e da Ásia. Anuncio a minha demissão do cargo de primeiro-Ministro da Guiné-Bissau”, revelou o general Umaro Sissoco Embaló na sua página no Facebook numa mensagem em francês, na qual confirmou ter entregue a sua segunda carta de demissão.

Umaro Sissoco, o brigadeiro, especialista em mediação política internacional, defesa e cooperação

“Agradeço vivamente ao Presidente da República pela sua confiança por me ter nomeado primeiro-ministro. Também agradeço a todos os membros do Governo com quem trabalhei durante umano e 3 meses”, escreveu o primeiro-ministro cessante, reiterando que fica “sempre ligado à coligação maioritária (PRS, PCD, UPG, os 15 Deputados do PAIGC e os dois deputados da PDN)”.

Mais à frente, ele diz estar “a pensar na história da Guiné-Bissau, há mais de 20 anos nunca os doadores internacionais foram satisfeitos com os resultados de um Governo”, sem, no entanto, explicitar as razões do seu pedido.

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