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Polícia do Rio negocia com Exército e TJ uso de fuzis apreendidos | Rio de Janeiro

Maior dificuldade de liberar armas para uso é ausência de numeração de série, que foi removida pelos criminosos. Peritos tentam recuperar números para rastrear fuzis junto aos fabricantes.

A Secretaria Estadual de Segurança Pública do RIo vai solicitar à Justiça que os 60 fuzis apreendidos quinta-feira (1), no Aeroporto Internacional do Rio, sejam utilizados pelas polícias do Rio. Segundo a GloboNews, há uma dificuldade técnica para que seja dada destinação às armas, que é o fato de a numeração de série ter sido removida pelos criminosos que as despacharam para o Brasil.

Para que os fuzis possam ser empregadas pelas forças de segurança, será necessário refazer a numeração de cada uma. “O estado é sensível à situação financeira da Polícia Civil, que necessita de recursos. Então é importante aproveitar uma apreensão de armamento de ponta para que este seja utilizado no serviço público. Já fizemos reuniões com o Exército e o Tribunal de Justiça e acreditamos que um trabalho conjunto pode permitir que utilizemos esses armamentos”, afirmou o delegado Fabrício Oliveira.

Oito peritos do Instituto de Criminalística Carlos Éboli (ICCE) da Polícia Civil trabalham na análise dos fuzis, na Cidade da Polícia, no Jacaré, Zona Norte do Rio. Até a tarde desta sexta-feira (2), quase 30 armas já haviam sido periciadas, e os técnicos constataram que a numeração de série foi removida de todas elas – os números estavam gravados em três pontos de cada fuzil.

Quatro homens foram presos na operação deflagrada para apreender os fuzis, mas o homem apontado como chefe da quadrilha que contrabandeia as armas continua foragido. O suspeito, que é brasileiro e mora em Miami, está sendo procurado pela polícia dos Estados Unidos, que coopera com as autoridades do Rio de Janeiro.

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