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Pedágios de rodovias paulistas são reajustados; veja os novos valores

Os reajustes nos pedágios já estão em vigor
(Foto: Fernanda Luz/A Tribuna/Arquivo)

Os impactos no bolso dos motoristas já começa neste sábado (1º), quando entra em vigor o aumento nos pedágios nas rodovias estaduais paulistas. No total, 805 praças tiveram alta, que no geral é de até R$ 0,20 para cada vez que o motorista passar por um dos guichês.

De acordo com a Agência de Transporte do Estado de São Paulo (Artesp), os novos preços seguiram diversos índices econômicos. Em 12 concessionárias será aplicado o IGP-M (Índice Geral de Preços – Mercado) acumulado nos últimos 12 meses, que atingiu 1,57% – índice aplicado no Sistema Anchieta-Imigrantes (SAI) com concessão da Ecovias.

As outras oito concessões de rodovias acompanharam o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), que registrou 3,59% de aumento no período.

Só nos bloqueios de Diadema e Batistini do Sistema Anchieta-Imigrantes e em Sorocaba, na praça da Rodovia José Ermírio de Moraes (SP-75), os reajustes não serão repassados ao consumidor.

Na região de Ribeirão Preto (SP), por exemplo, o reajuste chega a 3,5% e a maior tarifa continua sendo a cobrada na Rodovia Antônio Machado Sant’Anna (SP-255), em Guatapará (SP), que passará a ser de R$ 14,00.

Já no percurso de Santos para Serra Negra, por exemplo, a ida ficou R$ 0,40 mais cara. Passou de R$ 17,20 para R$ 17,60.

Antes, o motorista nessa viagem passava primeiro pela SP-021 KM 50, próximos a Parelheiros (pagava R$ 3,20 e pagará R$ 3,30). Depois parava no pedágio Bandeirantes Externa da SP-021 KM3 e pagava R$ 1,90 – o que subiu para R$ 2,00.

O terceiro pedágio do caminho era o Campo Limpo (SP-348), da CCR Autoban que subiu de R$ 8,80 para R$ 8,90 e por último, passava pelo pedágio Jundiaí, da SP-360 KM 77. O custo saltou de R$ 3,30 a R$ 3,40.

Fretados

Um dos reflexos do reajuste nos pedágios é a expectativa também de aumento no preço dos ônibus fretados que levam centenas de trabalhadores da Baixada Santista para a Capital e ABC Paulista.

Porém, o aumento não assustou Maria Izabel dos Santos, presidente da Associação de Fretamento de Executivos da Baixada Santista (Afrebas).

“É em julho que as cerca de 39 linhas das dez empresas cadastradas nos passam os valores de reajustes dos fretados. Isso é baseado no valor do combustível, alta dos salários do motoristas e pedágios. Ano passado, a média de aumento foi de 6% e esperamos que não passe disso agora, mas ainda não há previsão”, diz ela. 

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