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Pais lutam para deixarem ligadas máquinas que mantêm filho vivo

Hospital na Inglaterra concluiu que o melhor para o bebê Charlie, que sofre
de síndrome sem cura, seria uma morte com dignidade. Pais não aceitaram.

Charlie Gard nasceu no verão europeu, no dia 4 de agosto do ano passado. Os pais, Connie Yates e Chris Gard, viram o bebê prematuro sair saudável do hospital e não se cansavam de repetir que ele era o menino dos seus olhos.

Oito semanas mais tarde, Charlie começou a perder peso. O casal correu para o hospital e descobriu que o bebê sofre de uma rara condição genética, chamada síndrome de depleção do DNA mitocondrial. Essa síndrome leva a uma alteração do DNA das mitocôndrias, que funcionam como fábricas de energia nas células do corpo.

O coração dos pais doeu ao ouvir dos médicos que não há cura. O hospital concluiu que o melhor para Charlie seria uma morte com dignidade. Mas os pais não aceitaram desligar as máquinas. Entenda essa história na reportagem do Fantástico.


 

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