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Nos 10 anos do iPhone, fãs contam como tratam celular como filho e de viagens para comprar smartphone da Apple; VÍDEO | Tecnologia e Games

Fãs colecionam modelos do iPhone, dão nomes aos aparelhos e até viram celebridade por um dia.

Fãs falam de como tratam iPhones como ‘filhos’ e dos perrengues pelo celular

Fãs falam de como tratam iPhones como ‘filhos’ e dos perrengues pelo celular

No dia em que o iPhone completa 10 anos, o G1 conversa com fãs do aparelho da Apple, que contam os perrengues que já enfrentaram pelo celular, o que os encantou à primeira vista e até que dão nomes como Max Steel e Speed para os modelos do smartphone. Entre as várias histórias, possuem uma coisa em comum. “Eu já usei os dois. Não me acostumei com Android de jeito nenhum”, diz o jornalista Sérgio Miranda, que já se arriscou a viajar ao Canadá mesmo que sem visto só para adquirir um iPhone.

Para alguns deles, foi ver o smartphone e já cair de amores. “Quando o [Steve] Jobs subiu no palco e fez aquele anúncio maravilhoso, eu fiquei louca e disse, ‘Tenho que ir aos Estados Unidos, buscar esse rapaz, porque não vou conseguir ficar sem um aparelho desses na minha mão’”, diz Marília Guimarães, empresária que mantém um canal no YouTube para dar dicas sobre aparelhos da Apple.

Miranda, mantém o canal Loop Infinito no YouTube, diz que foram outras características do aparelho apresentadas por Jobs que o agradaram. “A coisa que eu olhei que eu achei sensacional é o ‘coverflow’, que quando você virava o celular e as capinhas ficavam assim [deitadas]. É que nem quando eu peguei meu primeiro Windows e eu ficava só abrindo janela e fechando janela porque eu não sabia o que fazer com ele.”

Sérgio Miranda, jornalista fã da Apple. (Foto: Marcelo Brandt / G1)Sérgio Miranda, jornalista fã da Apple. (Foto: Marcelo Brandt / G1)

Sérgio Miranda, jornalista fã da Apple. (Foto: Marcelo Brandt / G1)

Já Breno Masi, diretor de produtos da Moville, lembra que, assim que brasileiros traziam o iPhone ao Brasil, ele os ajudava a desbloqueá-los. No começo, os iPhone só funcionavam com uma única operadora de telecomunicações, a norte-americana AT&T. Dessa época, ele guarda uma caixa abarrotada de chips da empresa. “Dá para fazer uma chuva de chip”, brinca. Ele possui todos os modelos do aparelhos, muitos dele ainda na caixa.

Marília também possui todas as gerações do iPhone. Alguns deles, ela viajou para comprar. Foram cinco embarques, para adquirir os iPhones 4, 4s, 6, 6s e 7. Cada um rendeu uma noite ao relento.

O esforço só não é maior que o ciúme que ela sente dos seus bebês. “É aquele apego. Eu os considero os meus filhotes e você não empresta filho assim”, diz. “Pra não dizer ‘de jeito nenhum’, eu já emprestei uma vez: para a minha mãe.” E cada filhote tem seu nome: Optimus, Shadow, Flocus, Glass, Blue, Speed, Max Steel e por aí vai.

A empresária Marília Guimarães foi o primeiro cliente a entrar na nova loja da Apple, inaugurada em Miami no começo do ano. (Foto: Arquivo Pessoal / Marília Guimarães)A empresária Marília Guimarães foi o primeiro cliente a entrar na nova loja da Apple, inaugurada em Miami no começo do ano. (Foto: Arquivo Pessoal / Marília Guimarães)

A empresária Marília Guimarães foi o primeiro cliente a entrar na nova loja da Apple, inaugurada em Miami no começo do ano. (Foto: Arquivo Pessoal / Marília Guimarães)

Acompanhado de dois amigos, Miranda também viajou ao exterior, para o Canadá, em busca de um iPhone, mas montou uma operação logística para contornar um pequeno percalço. “Eu não tinha visto”, diz.

O plano contou com parada em Washington, capital dos Estados Unidos, onde pagou US$ 150 à embaixada canadense para obter o visto. De lá, foram de ônibus até Toronto. Mais de vinte horas na estrada. Uma parada rápida no hotel e chegaram ao shopping em que ocorreria a venda às 5h da manhã da quinta-feira, véspera da estreia das vendas do iPhone 4. Duas pessoas já estavam esperando.

Na época, o iPhone, quem diria, foi obliterado pelo BlackBerry. A empresa canadense que fabricava o celular, que já chegou a ser pioneiro no setor, sofria com um problema em seus sistemas. O assunto da imprensa era esse. “A pergunta deles era, ‘você veio comprar o iPhone por causa do problema com a BlackBerry?’”, conta Miranda. As pessoas que passavam pela fila estranhavam e perguntavam a ele se estava passeando pelo Canadá e resolveu comprar o iPhone. Quando ouviam que havia ido apenas para adquirir o aparelho, se assustavam. “A gente começou a virar a sensação da fila.”

Depois de comprar seu iPhone e ainda dentro da loja, Miranda foi convidado pela assessoria de imprensa da Apple a dar uma entrevista. Só que, já do lado de fora, deu de cara com uma coletiva de imprensa para canais de TV canadense. Ao vivo. “Tive que explicar por que diabos um brasileiro saiu do seu quentinho para ir até aquele lugar só para comprar um iPhone”, conta.

10 tecnologias do iPhone que mudaram o mundo V2 (Foto: Arte/G1)10 tecnologias do iPhone que mudaram o mundo V2 (Foto: Arte/G1)

10 tecnologias do iPhone que mudaram o mundo V2 (Foto: Arte/G1)

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