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Motociclista atropelado por égua na Gávea tem morte cerebral

O garçom Damião Amaral de Carvalho, que foi atingido por égua em fuga – Reprodução da Internet

RIO – O garçom que foi atingido por uma égua, que fugiu da Villa Hípica do Jockey Club Brasileiro, na Gávea, Zona Sul do Rio, teve morte cerebral. Damião Amaral de Carvalho, de 59 anos, estava internado desde o dia 11 de abril, quando aconteceu o acidente, no CTI do Hospital municipal Miguel Couto, na Gávea. Ele teve fraturas no rosto, traumatismo craniano e estava em coma.

A colisão envolvendo ele, que estava em um motocicleta, a égua e um carro de passeio aconteceu na Avenida Lineu de Paula Machado, na Lagoa.

No dia do acidente, a égua Mary Happy, uma puro-sangue inglesa de 2 anos, fugiu do Jockey e seguiu em disparada pelas ruas. Damião – que morava em São Gonçalo, na Região Metropolitana, estava a caminho do trabalho no Leblon. Ele parado num sinal da Avenida Borges de Medeiros, quando foi derrubado pelo animal e bateu a cabeça no chão.

Depois de derrubar o motociclista, Mary Happuy foi atropelada por um carro ao tentar escapar pela Avenida Lineu de Paula Machado, próximo à entrada do Túnel Rebouças.

Ao G1, a filha do garçom disse que faltou assistência ao pai após o acidente e que o cuidado com o animal foi “bem maior”. A família contou ainda que Damião era um homem alegre, divertido, inteligente e que trabalhava há mais de dez anos no mesmo restaurante.

Devido ao acidente, a égua foi sacrificada um dia depois. Segundo a assessoria do Jockey, ela estava com os sinais vitais comprometidos e não respondia aos estímulos

Égua que foi atropelada na Zona Sul, no fim da tarde desta quarta – Reprodução do Twitter

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