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Ministério da Saúde promete fim das filas de espera por cirurgias em hospitais federais até dezembro | Rio de Janeiro

Segundo o secretário de Atenção à Saúde da pasta, número de procedimentos vai aumentar em 20%. Fila de espera por cirurgias de especialidades será unificada.

Secretário Francisco Figueiredo anunciou mudanças na gestão dos hospitais federais do RJ  (Foto: Matheus Rodrigues/G1)Secretário Francisco Figueiredo anunciou mudanças na gestão dos hospitais federais do RJ  (Foto: Matheus Rodrigues/G1)

Secretário Francisco Figueiredo anunciou mudanças na gestão dos hospitais federais do RJ (Foto: Matheus Rodrigues/G1)

O secretário de Atenção à Saúde do Ministério da Saúde, Francisco de Assis Figueiredo, anunciou nesta quarta-feira (28) um aumento de 20% nos procedimentos dos hospitais federais do Rio de Janeiro. O aumento foi decidido após uma reestruturação das unidades de atendimento. De acordo com Figueiredo, não haverá cortes ou suspensão de serviços.

“Não haverá suspensão de nenhum serviço, não haverá cortes e não haverá diminuição dos serviços prestados. Estamos propondo aqui redefinir os hospitais em algumas especialidades que são necessárias, além de otimizar a qualidade assistencial e termos em conjunto uma melhoria da qualidade e quantidade de serviços prestados. Estamos pegando os hospitais e unindo os serviços para termos uma escala maior na produção cirúrgica, clinica e na questão ambulatorial. Nós estamos com uma meta de ampliar toda a nossa assistência em 20%”, disse o secretário.

Outra novidade anunciada nesta quarta-feira será a criação de fila única para cirurgias especializadas – atualmente, cada hospital tem uma fila. De acordo com Francisco Figueiredo, o Rio tem 10,8 mil pessoas que aguardam procedimentos e a meta é zerar esse número até o fim de dezembro.

“Nos tínhamos em torno de 17 mil pacientes em janeiro, hoje nós já estamos em 10 mil. O que nos estamos propondo é zerar a fila até dezembro. Temos dificuldade em uma demanda muito forte no Rio, que é ortopedia, principalmente [cirurgias de] quadril e joelho. Nas demais especialidades, vamos terminar essas filas até o fim do ano”, afirmou.

Sem aumento de verbas ou pessoal

A reestruturação não prevê novos investimentos financeiros, mas apenas a remodelagem da estrutura para ampliar os serviços. O secretário descartou contratações de funcionários e afirmou que o orçamento atual é suficiente para manter o funcionamento pleno das unidades.

“O orçamento dos hospitais do Rio de Janeiro, entre pessoal e insumos, é de R$ 1,5 bilhão por ano. Esse orçamento é suficiente para dar uma melhor qualidade assistencial a toda população”, garantiu Figueiredo.

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