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Gabriel vê Corinthians como time a ser ‘estudado e batido’ no Brasil

Daniel Augusto Jr./Ag. Corinthians

Gabriel, durante treinamento do Corinthians

Gabriel, durante treinamento do Corinthians

O volante Gabriel acredita que a boa campanha do Corinthians no Campeonato Brasileiro trouxe, além da margem de sete pontos sobre o Grêmio, segundo colocado, atenções especiais dos adversários que terá pela frente. 

Na expectativa por um jogo mais franco diante do Santos após encarar times bastante defensivos recentemente, o meio-campista vê o time como o único a ser batido no país.

“Acredito que, daqui para frente, todos que jogarem contra o Corinthians vai jogar fechado. Isso é pelo respeito. Somos a equipe a ser estudada e batida do Brasil. Estamos focados para voltar a vencer e fazer grandes partidas”, comentou o camisa 5, que encaixa o Peixe, adversário no duelo pela 23ª rodada da competição, às 16h (de Brasília) do domingo, na Vila Belmiro, como um time que deve deixar o jogo fluir mais.

“Nós sempre mostramos essa força nos jogos grandes, esses são os mais importantes. Temos clássicos pela frente bem próximos, temos a Sul-Americana também, Cruzeiro lá em Minas. São jogos de equipes que jogam e deixam jogar, questão de tática das equipes”, observou, adotando um tom mais clichê para tratar da dificuldade específica de se encarar um embate dentro da Vila Belmiro.

“Próximo jogo sempre é o mais importante da temporada, difícil falar em sequência, pensando em cinco jogos fazer uma somatória de pontos. Desde a estreia contra a Chapecoense nós tivemos uma reunião e falamos que a meta ia ser jogo a jogo. Esse jogo agora é o mais importante do ano, e depois o seguinte”, avaliou, sem deixar de reconhecer a importância em se manter tranquilo na liderança.

“Sabemos que é um clássico, vamos jogar na casa do adversário, lá sempre foi muito difícil de jogar. Nossa equipe está preparada, sabemos desse regulamento, da diferença de pontos, importante mantê-la ou aumentá-la. Estamos trabalhando focados e sempre buscando essa vitória”, observou.

Na avaliação do corintiano, o foco no embate é tão grande que a equipe não deve se abalar caso o Grêmio, que encara o Vasco às 18h (de Brasília), em São Januário, no sábado, diminua a sua vantagem na liderança.

“Acredito que não, até porque nossa equipe adquiriu uma vantagem muito boa e fomos nós que construímos, ninguém deu isso para nós. Sete, seis ou quatro pontos de vantagem a gente vai jogar da mesma forma. Os resultados das outras equipes não vão influenciar em nada, só depende de nós”, concluiu.

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