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Desde Gilson Kleina, Palmeiras não mantém um técnico por mais de 1 ano

O ex-técnico da Ponte Preta, hoje na Chape, chegou ao Verdão em 2012 e ficou até início de 2014 – Total de 20 meses no clube…



por Kim Belluco

São Paulo, SP, 19 (AFI) – Apesar de ter conquistado a Copa do Brasil em 2015 e o Campeonato Brasileiro em 2016, o Palmeiras tem mudado constantemente de treinador. O último foi Cuca, que acabou sendo demitido após empate diante do Bahia, por 2 a 2, na 27ª rodada do Brasileirão. Essa ‘dança das cadeiras’ se deu em meio ao mandato de Paulo Nobre – passou o bastão para Galiotte -, e desde saída de Gilson Kleina, o último a completar um ano no comando técnico alviverde. Fotos: Cesar Greco/Divulgação.

Ex-técnico da Ponte Preta e hoje na Chapecoense, Kleina foi contratado pelo Palmeiras em 2012, para tentar livrar o time do rebaixamento, não conseguiu. Mesmo assim, seguiu no time e foi demitido apenas em 2014, na derrota, por 2 a 1, frente ao Sampaio Corrêa, pela Copa do Brasil.

O treinador comandou o Verdão em 105 jogos, com 56 vitórias, 20 empates e 29 derrotas. Ele chegou ao Palmeiras após grande trabalho na Ponte Preta.

Depois de Gilson Kleina, passaram pelo Palmeiras: Ricardo Gareca, Dorival Júnior, Oswaldo de Oliveira, Marcelo Oliveira, Cuca, Eduardo Baptista, Cuca, novamente, e vem agora sendo comandado pelo interino Alberto Valentim. O ciclo de todos não chegou a um ano corrido.

Gilson Kleina levou o Palmeiras de volta à elite do futebol em 2013

Gilson Kleina levou o Palmeiras de volta à elite do futebol em 2013

Ricardo Gareca
Foi uma aposta do Palmeiras após a saída de Kleina, mas os maus resultados no Brasileirão fizeram com que ficasse apenas quatro meses no comando da equipe: Foram: 13 jogos, com quatro vitórias, um empate e oito derrotas.

Dorival Júnior
Pegou um batata quente no Brasileirão de 2014 e por muito pouco não foi rebaixado com o time – durou três meses, com um aproveitamento de 38,33%. Em 20 jogos, conquistou seis triunfos, cinco empates e nove derrotas.

Oswaldo de Oliveira
Oswaldo de Oliveira chegou em 2015 com a promessa de comandar um super time. Foi instável e acabou demitido com seis meses de trabalho. A saída ocorreu após a derrota para o Figueirense, por 2 a 1, no Brasileirão. Em 31 jogos, venceu 17, empatou 7 e perdeu outros 7.

Marcelo Oliveira
Marcelo Oliveira chegou no Palmeiras com toda pompa por ter levado o Cruzeiro ao bicampeonato brasileiro, não conseguiu dar liga ao time, mas, mesmo criticado, conseguiu conquistar a Copa do Brasil de 2015. Caiu após derrota, por 2 a 1, para o Nacional, do Uruguai, na Libertadores. Em 53 partidas, obteve 24 vitórias, 11 empates e 18 derrotas (aproveitamento de 55%). Ficou um pouco mais de oito meses no clube.

Recentemente, Cuca passou duas vezes pelo Palmeiras

Recentemente, Cuca passou duas vezes pelo Palmeiras

Cuca
Em sua primeira passagem, Cuca conseguiu montar um time encorpado, que acabou conquistando o título do Brasileirão de 2016, sendo considerado o melhor técnico do Brasil, por muitos. No entanto, deixou o time ao final do ano para resolver problemas particulares. Foram 50 jogos sob seu comando, com 28 vitórias, 11 empates e 11 derrotas. Oito meses de trabalho.

Eduardo Baptista
Eduardo Baptista chegou com a dura missão de dar sequência a um trabalho campeão, mas não conquistou os torcedores e boa parte da diretoria, que resolveu sacá-lo após uma campanha mediana na Libertadores, colaborado com a eliminação no Paulistão para a Ponte Preta. A queda foi na derrota para o Jorge Wilstermann, da Bolívia, por 3 a 2. Em cinco meses de trabalho, comandou o Verdão em 23 jogos, com um aproveitamento de 66,6%. Foram: 14 vitórias, 4 empates e 5 derrotas.

Cuca – 2ª passagem
Cuca reassumiu o Palmeiras após saída de Eduardo Baptista, mas ficou longe de fazer do time aquele mesmo de 2016. Saiu após dizer ‘estar no limite’. Em cinco meses, esteve a frente do Alviverde em 34 jogos, com 16 vitórias, sete empates e 11 derrotas.

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