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Claudia Leitte sobre dieta: “Como bem e não corto carboidrato”

A cantora, estrela da capa da edição de janeiro da BOA FORMA, conta como é sua preparação para o Carnaval

Por
Juliana Diniz

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12 jan 2018, 17h38

O ano de 2018 começa com tudo para Claudia Leitte: ela volta à televisão como jurada do dominical The Voice Kids, está na reta final da preparação para o Carnaval – seu décimo em carreira solo – e estrela a capa de janeiro da revista BOA FORMA, que chega às bancas nesta sexta 12 (sexta).

Na edição, a cantora de 37 anos conta como é sua rotina fitness em cima e fora do trio. A cada noite de folia, é como se ela fizesse seis aulas de zumba seguidas, ou corresse duas maratonas, ou completasse uma prova de Half Ironman nas seis horas diárias de show, cantando e dançando sem parar para um mar de gente. “Não tem intervalo, mulher! É non-stop. Eu não desço de lá, não vou pra um cantinho comer, nada… Nem faço xixi! É só transpirando, só no sovaco”, conta gargalhando – e com a animação de quem não vê a hora de viver tudo isso mais uma vez. Claudinha fala sobre seu décimo Carnaval em carreira solo (ela era vocalista do grupo Babado Novo) como se ainda fosse o primeiro.

Preparação para o Carnaval

Para que a cantora possa emendar Baldin de Gelo, Taquitá, Lacradora e um total de mais de 250 músicas por noite sem perder o fôlego, sua rotina de treino sofre alguns ajustes pelo menos quatro meses antes do evento mais famoso do país. A alimentação, já equilibrada, fica ainda mais leve – prioriza peixes, verduras e legumes. “Eu me alimento superbem desde criança. Meu avô mandava legumes e verduras pra gente. Minha mãe passava no supermercado só para comprar produtos de limpeza. A comida mesmo vinha toda da Feira das Sete Portas [mercado típico de Salvador]. Cresci com esse hábito e até hoje troco uma pizza por um prato de cozido de carne com todos os legumes que você puder imaginar: jiló, maxixe, batata, batata-doce…”, diz.

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Fritura não faz parte da vida dela, que sabe que a única coisa que a tira do eixo são os shows. “Eles dão uma desbalanceada na minha onda porque seguem madrugada adentro. Se eu pudesse, faria todas as minhas apresentações no pôr do sol na praia”, diz. O período mais turbulento é, claro, o Carnaval, quando não sobra tempo nem para mastigar. “Baby, já passou da hora de comer!”, costuma avisar Zizi, do staff da cantora. É ela quem traz um melzinho ou uma banana amassada, de fácil digestão, para Claudinha mandar ver sem largar o microfone. “Puxar trio é como uma atividade física: se você perde um pouquinho o contato com o público, o músculo esfria, a energia esfria. Então eu vou cantando, ‘Vamos lá pessoal’, dá um solo de trompete e… [Claudia faz um som que simula engolir a comida] pronto!” Água e água de coco estão sempre por perto – a cantora costuma ingerir 3 litros de líquido durante cada megashow para manter a hidratação. Não à toa, na temporada 2018, os esportes serão o tema central do trio. “Em cima dele, sou uma atleta.”

Depois da Quarta-Feira de Cinzas, rola até feijoada, mas logo a alimentação equilibrada é retomada. “Eu parto do princípio de que, se está na natureza, é importante. Por isso não corto carboidrato, fundamental para me dar energia. Mas aí aposto na batata-doce, por exemplo.

Paixão pela zumba

Passei oito meses sem malhar porque tive um probleminha em dois discos das minhas costas e o que me segurou foi a alimentação”, conta. Para uma alma agitada pelo axé, o período de repouso forçado foi quase uma tortura. Como a atividade física é imprescindível para controlar a respiração, embora tenha dado um tempo no treino de força, a cantora tentou se manter ativa com outras opções de exercícios. Se você ligasse nessa época para Claudinha, mal ia reconhecer a voz do outro lado da linha. Ela atenderia ao telefone esbaforida porque estava fazendo zumba. “Virei a rainha do Xbox: quase todo dia, eu colocava o treino de dança no videogame e passava meia hora brincando com os meninos [Claudia é mãe de David, 8 anos, e Rafael, 5 anos]. É uma malhação mais lúdica. Trabalha isometria, fortalece o corpo todo e é bom pra condicionamento físico, pro palco”, diz a cantora, embaixadora da modalidade que conheceu cinco anos atrás nos Estados Unidos.

Quando estava de férias em Los Angeles, nos EUA, onde mantém uma casa, ela experimentou uma aula achando que se tratava de um novo ritmo. “Comprei os vídeos (porque antes era DVD, né?) e fiquei meio viciadinha em zumba. Gosto muito de dançar, então toda atividade que envolve música pra mim é lucro”, completa. Nesse período, ela também fez um trabalho de alongamento e de melhora da postura. “Agora eu pego peso toda concentrada. Tenho noção absoluta de onde estou colocando força no meu corpo. Há males que vêm para o bem. Eu tive um problema, mas, em compensação, resolvi outros tantos!”

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