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BGS 2017: Vaga-lumes são o caminho em Monster Hunter World

Monster Hunter World é um dos principais games disponíveis no estande da Warner Bros na Brasil Game Show 2017, décima edição do maior evento de videogames da América Latina.

O título mais recente da franquia criada em 2004, no PlayStation 2, mistura elementos de RPG com muita aventura e combates estratégicos. Neste mundo que intercala paisagens tropicais e regiões montanhosas, o jogador controla um caçador de monstros — como o título sugere — e precisa perseguir diversas criaturas utilizando pistas deixadas ao longo do caminho, como pegadas, e seguindo um enxame de vaga-lumes, também chamados de Scout Flies, fundamentais para encontrar o caminho correto.

A demo que o IGN Brasil na BGS 2017 teve duração aproximada de 40 minutos e apresenta o conceito principal do game, que é o rastreamento e a consequente execução dos monstros. Logo no início, é possível entrar em uma cabana para selecionar as armas e itens que mais te agradam. Selecionados os equipamentos, o jogador sai em uma missão de baixa dificuldade, que serve basicamente para ensinar as mecânicas do jogo nos modos single-player e multiplayer.

Leia também: Monster Hunter World terá legendas em português.

Durante o gameplay, foi possível andar, correr, rolar (dar uma cambalhota), se abaixar, executar ataques leves e rápidos, defender, coletar pedras, interagir com plantas para obter ervas de cura, atirar os objetos coletados em animais menores, coletar itens dos corpos de criaturas abatidas e escalar alguns morrinhos pequenos.

O combate funciona de maneira relativamente simples. O começo tende a ser complicado, por causa do tamanho dos monstros, que intimidam e causam no jogador uma sensação curiosamente bem-vinda de impotência. Após ser atingido algumas vezes e identificar o comportamento da criatura que está enfrentando, fica mais fácil entender as melhores maneiras de investir contra o oponente. A técnica mais útil é esquivar-se de ataques diretos, esperar o adversário utilizar uma habilidade que aponte seus pontos fracos e começar a bater em seguida. As batalhas são longas, portanto, tome cuidado com a barra de estamina.

Eventualmente, quando o monstro estiver cansado depois de ter recebido muitos golpes, ele vai tentar fugir. Durante a fuga, duas coisas podem acontecer: os jogadores podem terminar o serviço após uma perseguição relativamente curta ou outra criatura dona de um determinado território pode começar uma briga com o outro animal já enfraquecido. Estes encontros são randômicos, eles não fazem parte do roteiro.

No modo Multiplayer, único disponível também para os visitantes, permite-se que até quatro jogadores partam em uma aventura com o mesmo objetivo do modo em que joga-se sozinho. Com mais pessoas envolvidas na caçada, a dificuldade da demo — que não é tão alta — fica ainda menor, mas a sensação de que cada membro da party te ajudou a chegar onde era necessário é gratificante.

Os cenários são vastos. As florestas possuem muitos detalhes e passam uma sensação de umidade, principalmente por causa dos pequenos rios pelos quais os personagens passam, que contrastam bem com o visual abafado e quente das regiões montanhosas. Em minutos a sensação de aconchego das sombras das árvores é substituída por uma crescente noção de que o caçador está cansado. É difícil não sentir um pouco de pena enquanto ele caminha pela terra atrás de feras que podem destroçá-lo.

Monster Hunter World será lançado em 26 de janeiro de 2018 para PlayStation 4, Xbox One e PC. O IGN Brasil testou o game no PlayStation 4.

Acompanhe a cobertura completa do IGN Brasil na BGS 2017 em nossa página especial #IGNnaBGS.

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